“Mandou-me procurar? Passe, Cidadão!”. Esta foi a senha e contra-senha utilizada pelos revolucionários no dia 5 de Outubro de 1910.
Um século depois da implantação da República, é tempo de recordar os factos e as circunstâncias que a ela conduziram e os seus protagonistas.
O republicanismo, antes de ser regime, constituiu um movimento cultural regenerador que almejava uma modernização de todos os sectores da sociedade portuguesa.
Hoje, percorridos 100 anos sobre o seu início, pensar o presente e o futuro da República  constitui também um aliciante desafio.
A presente exposição pretende introduzir o visitante no contexto económico, político, cultural e das mentalidades que se viveu durante a transição revolucionária da Monarquia para a República, fornecendo informação que permita conhecer os principais factos e personalidades que marcam esta cronologia.
Celebrar a República é relembrar a sua história, envolvendo a comunidade.

 



Ponte de Lima
27 Março » 02 Maio 2010
Teatro Diogo Bernardes

JF Caparica
23 Julho » 1 Agosto 2010
Festas Populares e 10ª Festa das Colectividades, Monte de Caparica

Alcochete
17 Setembro » 8 Janeiro 2011

Forum Cultural de Alcochete

Leiria
1 Outubro » 21 Novembro 2010
Teatro José Lúcio da Silva

Alcanena
Outubro 2010
Cine-Teatro São Pedro

Castelo Branco
2 » 31 Outubro 2010
Sala da Nora, Cine-Teatro Avenida

Oeiras
5 Outubro » 31 Dezembro 2010
Centro Cultural Palácio do Egipto (nas oito primeiras semanas) e Foyer do Auditório Municipal Eunice Muñoz

Seia
01 » 30 Novembro 2010
Casa Municipal da Cultura

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REPÚBLICA E REPUBLICANISMO
Maria Cândida Proença e Luís Farinha

"Um século depois do 5 de Outubro e mais de oito décadas após a sua queda, a Primeira República é ainda hoje memorada pela revolução política que lhe deu origem e pelas vicissitudes de um regime instável que, de solução, se tornou ele próprio, com o decorrer do tempo, num problema a resolver. Contudo, a República e o Republicanismo foram, antes de regime, um movimento cultural regenerador que, para além da mudança do sistema monárquico, pugnava pela democratização da sociedade portuguesa, pela laicização das instituições e das consciências e pela modernização económica e social do país. Constituiu-se como movimento em meados do século XIX, depois do afloramento revolucionário de 1848, instituiu-se como partido com a finalidade de disputar o poder político a partir da década de 80, falhou o golpe revolucionário em 31 de Janeiro de 1891, reforçou o seu compromisso histórico interclassista no modo ordeiro como disputou as eleições parlamentares e municipais e, sustentado por um bloco histórico vasto e diversificado, preparou a transição revolucionária de 1910 a partir do Congresso de Setúbal do ano anterior."

 

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